Já há muito tempo que não escrevo umas linhas neste blogue, não porque me falte tempo mas sim porque não encontro motivação para tal. Todavia, porque o ano está a acabar, sinto que é meu dever passar em revista o que foram os dias deste 2012 que agora está a dar as últimas badaladas.
No campo pessoal, tal como à maioria dos portugueses, a vida ficou mais difícil. O corte dos subsídios de férias e de natal, nas pensões e vencimentos tornou a vida de todos nós mais amarga e não vejo que este processo termine tão cedo. Mesmo que nas próximas eleições legislativas haja outro governo, não espero que a sua política venha alterar o status quo actual.
No campo pessoal nada a apontar de especial. A perda de alguns amigos que a lei da morte determinou levar para sempre do meu convívio.
Sobre a nossa cidade, não posso deixar de assinalar as infindáveis obras de saneamento e requalificação na baixa citadina, causando transtorno a transeuntes e comerciantes instalados naquela área.
As obras do IP2 e IP8 que o actual governo de Passos Coelho mandou suspender e a utilização do aeroporto de Beja, que finalmente já tem todos os requisitos para operar, são o quadro negativo mais saliente de um ano penoso onde todos nós vimos disparar o desemprego, a emigração de jovens e menos jovens, o custo de vida e o corte de salários e pensões de reformados e pensionistas, num verdadeiro atropelo à dignidade humana como jamais se havia sentido neste Portugal de Abril.
No campo pessoal nada a apontar de especial. A perda de alguns amigos que a lei da morte determinou levar para sempre do meu convívio.
Sobre a nossa cidade, não posso deixar de assinalar as infindáveis obras de saneamento e requalificação na baixa citadina, causando transtorno a transeuntes e comerciantes instalados naquela área.
As obras do IP2 e IP8 que o actual governo de Passos Coelho mandou suspender e a utilização do aeroporto de Beja, que finalmente já tem todos os requisitos para operar, são o quadro negativo mais saliente de um ano penoso onde todos nós vimos disparar o desemprego, a emigração de jovens e menos jovens, o custo de vida e o corte de salários e pensões de reformados e pensionistas, num verdadeiro atropelo à dignidade humana como jamais se havia sentido neste Portugal de Abril.